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BRASIL

As dimensões do Brasil são continentais: este é um país que abriu seu espaço e recebeu muitos países em seu território. Espalhadas pelos 26 estados e 1 Distrito Federal que compõem os 8.547.403 Km² de área, vivem hoje cerca de 169.000.000 de pessoas de diferentes raças, religiões e culturas. Desde a sua descoberta, por aqui passaram portugueses, espanhóis, cristãos, protestantes, judeus, árabes, italianos, franceses, holandeses, ingleses, alemães, poloneses, japoneses e aqueles que não permaneceram, deixaram pelo menos um pouquinho de si plantado em solo brasileiro. Pode-se dizer que o Brasil contém o mundo.

A língua falada no Brasil é o português, mas sotaques e palavras mudam de acordo com cada uma das cinco regiões que compõem o país: Norte, Nordeste, Sul, Sudeste e Centro-oeste. Seus extremos são limitados ao norte pela Guiana Francesa, ao sul pelo Uruguai, a leste pela Ponta do Seixas (RN), e a oeste pelo Peru. O Brasil não faz fronteira com apenas dois dos países da América Latina, Equador e Chile. O encontro com o Oceano Atlântico vai do extremo norte ao extremo sul, da foz do Oiapoque ao Chuí.

Área:
   
área total: 8.514.215,4 km²
   
área terrestre: 8.456.510 km²

Extensão das fronteiras:
total 15.719 km. Argentina 1.263 km. Bolívia 3.126 km. Colômbia 1.644 km. Guiana Francesa 655 km. Guiana 1.606 km. Paraguai 1.339 km. Peru 2.995 km. Suriname 593 km. Uruguai 1.003 km. Venezuela 1.495 km.

Costa:
7.491 km

Recursos naturais:
bauxita, ouro, ferro, manganês, níquel, fosfato, platina, estanho, urânio, petróleo, hidroelétrico e madeira

Uso da terra:

   terra (plana) arável:
5%
   plantações:
1%
   campos e pastos:
22%
   florestas:
58%
   
outro: 14%

Terra irrigada:
28.000 km² (1993)

    

 
 
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seta.gif (68 bytes) Topografia
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Relevo e Hidrografia
No ano de 1995 foi terminado um trabalho de reavaliação das características assumidas para o relevo brasileiro desde 1958. Neste trabalho, áreas consideradas contínuas anteriormente, como o planalto central, foram divididas em estruturas menores e a própria Bacia Amazônica, assim como muitas outras planícies, foram consideradas depressões. Ao final, o relevo brasileiro caracteriza-se pela presença de 11 planaltos, 11 depressões e 6 planícies que cobrem todo o território nacional.

O sistema hidrográfico brasileiro é imenso, possuindo rios navegáveis, que cortam grandes planícies, e rios de grande potencial hidrelétrico, com nascente em regiões de planalto. A bacia Amazônica corresponde a 1/5 da água doce de todo o planeta. Outras três principais bacias compõem a hidrografia do Brasil: a do Prata, a do Tocantins e a do São Francisco, sendo a grande maioria dos rios brasileiros de caráter permanente. Os rios temporários, que deixam de existir durante a estação de seca, são mais comuns na região nordeste do país.

Entre os principais afluentes do Amazonas estão o Negro, o Madeira, o Jari, o Xingu e o Tapajós, enquanto a bacia do Prata é composta pelas bacias dos rios Paraná, Paraguai e Uruguai, que nascem no Brasil e correm na direção da fronteira do Uruguai com a Argentina. O rio Paraná destaca-se por dar origem à maior hidrelétrica do mundo, a Hidrelétrica de Itaipu. O rio Paraguai tem função regional, servindo de via de passagem na área do Pantanal Mato-grossense. Por último, o rio Uruguai serve ao sul do país, sendo apenas parte de seu curso formado por águas navegáveis.

A Bacia do Tocantins nasce em Goiás e deságua no Pará. A usina de Tucuruí aproveita em parte o potencial hidrelétrico do Tocantins.

A bacia do Rio São Francisco, cujo principal rio é o São Francisco, nasce no Estado de Minas Gerais, indo até a divisa dos estados de Sergipe e Alagoas. Nele está instalada a usina de Paulo Afonso, na Bahia.

O litoral brasileiro norte estende-se da fronteira do Amapá com a Guiana Francesa ao Rio Grande do Norte. O litoral leste do país engloba a baía de Todos os Santos, a maior do país, situada no estado da Bahia, a baía de Guanabara e a da Ilha Grande, ambas no Rio de Janeiro, além da baía de Paranaguá, no Paraná.

Topografia
O relevo da superfície terrestre é afetado por um processo dinâmico e resulta da ação conjunta de forças tanto de origem interna, quanto externa. A estrutura geológica, os movimentos tectônicos, o clima e os seres vivos constituem os elementos de construção e destruição do relevo, podendo ser responsáveis também pela diversidade de formas que constituem a parte interna da crosta terrestre.

O relevo brasileiro desenvolveu-se sobre uma base geológica antiga, há muito sujeita à ação dos processos erosivos, onde não ocorreram recentemente movimentações tectônicas, responsáveis pela formação de cadeias de montanhas elevadas. É portanto uma paisagem predominantemente formada por altitudes que não ultrapassam os 800 metros.

A compartimentação do relevo admite variadas unidades geomorfológicas compostas por tipos específicos que, de acordo com sua origem, podem ser resultado de acumulação, aplainamento ou dissecação e dissolução, agrupados sob a forma de planícies, depressões, chapadas, serras e planaltos. Segundo o Departamento de Cartografia do IBGE, em 1994, os pontos culminantes do Brasil, todos com altitude superior a 2.500 metros, eram representados pelo Pico da Neblina, o mais alto local do Brasil, com 3.014,1 metros, situado na serra do Imeri, no Amazonas, o pico da Bandeira, localizado na serra de Caparaó, entre os estados de Minas Gerais e Espírito Santo, com 2.889,8 metros, e o pico das Agulhas Negras, na divisa de Minas Gerais e Rio de Janeiro, com 2.787 metros de altitude.

Clima
O relevo brasileiro, que de um modo geral não apresenta altitudes acima de 500 metros, desempenha importante papel na predominância dos climas quentes em grande parte do território nacional. As regiões do Brasil possuem climas equatorial, tropical, tropical de altitude, subtropical e semi-árido.

O equatorial predomina em toda a região amazônica. O tropical está presente em estados do Nordeste, do Centro-oeste e do Sudeste, enquanto o tropical de altitude abrange as áreas elevadas do Paraná, do Rio de Janeiro, de São Paulo e de Minas Gerais. Na faixa costeira que se estende do Rio Grande do Norte até São Paulo, o clima tropical é conhecido como tropical atlântico e o semi-árido aparece no sertão nordestino e no Vale do São Francisco. Na região Sul predomina clima subtropical.

Vegetação
A vegetação está intimamente relacionada ao clima de cada região do Brasil. Sendo assim, apresentam-se diversos tipos de paisagens, entre elas a floresta equatorial Amazônica, a floresta tropical, as matas de araucárias (ou pinhais), as matas de cocais, a caatinga, o cerrado, vegetação litorânea e o Pantanal.

A Floresta Amazônica é dividida em três tipos: um é definido como de terra firme, com árvores altíssimas, como a castanheira; o outro, denominado matas de igapó, possui características de regiões baixas e alagadas, tendo a vitória régia como principal exemplo; e o terceiro tipo é a mata de várzea, com vegetação localizada às margens dos rios, onde o jatobá e a seringueira são espécies bastante comuns.

As florestas tropicais são características de serras e planaltos. Recebem "ares" do Oceano Atlântico e apresentam árvores de baixo porte, como o cedro e o ipê.

As matas de araucárias necessitam de estações bem definidas para o seu crescimento. O pinheiro é também uma espécie típica desta vegetação.

A mata de cocais é um tipo de vegetação intermediária entre a floresta equatorial da Amazônia e a caatinga. O babaçu, de onde se extrai óleo, é sua espécie mais comum.

A caatinga necessita apenas de um curto período de chuvas para que suas folhas fiquem verdes. No período de seca elas caem, em uma tentativa de retenção da água, até que as chuvas retornem.

Em muitas áreas da costa brasileira encontra-se o mangue, caracterizado por árvores com grandes raízes de sustentação, necessárias para o apoio no lodo e na lama.

O cerrado apresenta árvores de cascas grossas e galhos tortuosos. Os campos são formados por variações de gramas, comuns ao extremo sul do país.

População
População:
183.392,111 (abril 2005 est.)

Densidade Demográfica:
21,54 hab./km² (2005 est.)

Urbanização:
81,23% (2000)

Homens:
49,2% (2000)

Mulheres:
50,8% (2000)

Faixas etárias:

   < 15 anos: 30% (mulheres 24.759.204; homens 25.506.918) (2000)
   15 a 64 anos: 64% (mulheres 55.909.426; homens 53.688.522) (2000)
   > 65 anos: 6% (mulheres 5.554.525; homens 4.380.575) (2000)

Taxa de crescimento populacional:
1,11% (2004 est.)
Taxa de natalidade:
21,4 nascimentos/1.000 pessoas (IBGE 1998)
Taxa de mortalidade:
7 mortes/1.000 pessoas (IBGE 1998)
Taxa de migração:
-0,03 imigrante(s)/1.000 pessoas (1999)
Taxa de mortalidade Infantil:
36,1 mortes/1.000 nascimentos (IBGE 1998)

Expectativa de vida ao nascer:

  
total População: 68,1 anos
   
homens: 64,3 anos
  
mulheres: 72,1 anos (IBGE 1998)

Taxa de fertilidade:
2,4% nascimentos/mulher (IBGE 1998)

Número de domicílios ocupados:
45 milhões - 82,99% do total (IBGE 2000)

Divisão étnica:
brancos 54%, mestiços 39,5%, negros 5,7%, outros 0,8% (IBGE 1998)

Religiões:
católicos romanos 70%

Línguas:
português (oficial), espanhol

Taxa de alfabetização:
a partir dos 15 anos sabem ler e escrever

   total população:
86,2%
   homens:
86,2%
   mulheres:
86,2%

Força de trabalho:
76.885.732 (IBGE 1998)

   por ocupação:
agricultura 23%, serviços 20%, indústria 18%, comércio 14%, construção civil 7%, administração pública 5%, outros 18% (IBGE 1998)

Índice de desenvolvimento humano:
0,75 (2000)

Economia
Produto Nacional Bruto:
PBN - paridade do poder de compra - $1,375 trilhões (2003 est.)

Produto Nacional Bruto taxa de crescimento real: 5,2
% (IBGE 2004)

Produto Nacional Bruto por pessoa:
$ 7.600 (2003)

Taxa de inflação (preços ao consumidor):
14,7% (2003)

Taxa de desemprego:
12,3% (2003)

Orçamento:

   receita:
$147,,2 bilhões
   despesas:
$172,4 bilhões (2003)

Exportações:
$73,28 bilhões (2003)

Importações:
$48,25 bilhões (2003)

Dívida externa:
$214,9 bilhões (2003)

Produção industrial:
taxa de crescimento 4% (IBGE 1998)

Eletricidade:
   capacidade geração:
64,2 GW (1999)
   produção anual:
316,927 bilhões kWh
   consumo anual:
336,242 bilhões kWh (1999)

Indústrias:
têxteis, calçados, química, cimento, madeira, mineração, ferro, estanho, aço, aeronaves, motores, equipamentos e peças de veículos

Agricultura:
café, soja, trigo, arroz, milho, cana-de-açúcar, cacau, frutas cítricas e carne

Moeda:
1 real (R$) = 100 centavos

Taxa de câmbio:
reais (R$) por US$1 = 1,8065 (Abril 2000).
1,501 (Janeiro 1999). 1,161 (1998). 1,078 (1997). 1,005 (1996). 0,918 (1995). 0,639 (1994).
Ano fiscal:
ano calendário

História

Descoberto em 1500 pelo navegador português Pedro Álvares Cabral, o início da colonização do Brasil viria a se concretizar apenas 31 anos mais tarde, com a expedição de Martim Afonso de Sousa. A primeira providência do processo da colonização brasileira foi a criação das capitanias hereditárias.

A primeira riqueza explorada pelos portugueses no território brasileiro foi a árvore conhecida como pau-brasil, fornecedora de um corante vermelho, cor de "brasa", muito apreciado pelos europeus. O nome Brasil teve sua origem nesta madeira.

Encerrado o ciclo do pau-brasil, iniciou-se o ciclo da cana-de-açúcar. A partir de 1570, a mão-de-obra escrava passou a ser utilizada para o setor agrícola.

Em 1555, os franceses invadiram o Rio de Janeiro e, mais tarde, o Maranhão. permaneceram até sua expulsão em 1616. O Brasil passou ainda pelo domínio espanhol e pela invasão dos holandeses.

O final do século XVII marcou o início do ciclo do ouro, determinado pela descoberta do metal na região de Minas Gerais, para onde deslocaram-se Bandeiras paulistas e aventureiros de todas as partes.

O século seguinte foi palco de uma série de revoltas pela independência, dentre as quais, a Guerra dos Mascates, a Inconfidência Mineira, e a Inconfidência Baiana se destacam.

A família real portuguesa teve sua residência transferida para a colônia em 1808, provocando importantes mudanças, como a abertura dos portos às nações amigas e a elevação da colônia ao título de Reino Unido a Portugal e Algarve, em 1815. Em 1822, D.Pedro I proclamava a Independência do Brasil.

Durante o Primeiro Reinado, a disputa de poder envolvia fazendeiros de um lado, e portugueses de outro, estes últimos defendendo que o poder fosse mantido sob domínio da coroa. O período conturbado refletiu na eclosão de vários movimentos, entre os quais a Revolta Pernambucana, a Guerra dos Farrapos, a Sabinada, e a Balaiada.

O Segundo Reinado foi marcado pela Guerra do Paraguai, que terminou em 1870, após cinco anos, e da qual o Brasil saiu vitorioso. O final do século foi marcado por importantes acontecimentos como a abolição da escravatura, em 1888 e a Proclamação da República no ano seguinte.

A este período seguiu-se a República Velha, cujos primeiros presidentes foram Deodoro da Fonseca e Floriano Peixoto. O ano de 1922 detonou um processo que incluiu a Revolta dos Dezoito e a Revolução Paulista - período que culminou com a Revolução de 30.

Um dos mais importantes políticos brasileiros, Getúlio Vargas, governou o país de 1930 a 1945, voltando ao poder, eleito pelo voto direto, em 1951 até 1954, quando um atentado contra seu opositor, o jornalista Carlos Lacerda, envolveu nomes da guarda pessoal da presidência, fato que o levou a suicidar-se no Palácio do Catete, residência oficial do governo federal na época.

Em eleições realizadas em 1955, saiu vitorioso Juscelino Kubitschek de Oliveira, que teve a trajetória de seu governo marcada pelo impulso no desenvolvimento industrial do país e pela construção de Brasília. Suas medidas econômicas porém, resultaram em um processo inflacionário que duraria anos. Depois de Juscelino, veio Jânio Quadros que, renunciando, foi substituído pelo então vice-presidente, João Goulart, deposto por um golpe militar em 1964, quando foram cassados os direitos políticos de várias personalidades políticas. A anistia para os muitos exilados durante a Revolução de 64, viria em 1979.

Em 1984, teve início a campanha para as eleições diretas para a presidência da República. Tancredo Neves foi eleito presidente, embora não por voto direto, mas adoecendo, não chegou a tomar posse, assumindo então seu vice, José Sarney. Com o novo governo veio o primeiro plano econômico, o Plano Cruzado que, em uma tentativa de acabar com a inflação. O plano gerou a fúria de alguns empresários que, sentindo-se prejudicados, iniciaram uma ação de boicote ao plano, levando-o à falência.

As primeiras eleições diretas desde 1960 ocorreram em 1989, vencendo o candidato Fernando Collor de Mello, do PRN, que assumir em 15 de março de 1990. O governo de Collor que, em 16 de março de 1990 anunciava novas medidas econômicas anti-inflacionárias, foi pontilhado por uma série de escândalos ligados a esquemas de corrupção, culminando no processo de impeachment que resultou no afastamento definitivo do presidente em final de dezembro de 1992. O vice de Collor, Itamar Franco, assumiu a presidência.

O governo Itamar Franco foi marcado pela criação do Plano Real pela equipe do então Ministro da Fazenda, Fernando Henrique Cardoso. De 1° de março a 30 de junho de 1994, foi implantada a URV, Unidade Real de Valor, indexador econômico que antecedeu o real, moeda que entraria em vigor em 1° de julho de 1994.

Fernando Henrique Cardoso deixou seu cargo no Ministério da Fazenda para candidatar-se à presidência da República, pelo PSDB. Em 3 de outubro de 1994, na disputa com Luís Inácio Lula da Silva, do PT, era eleito logo no 1° turno. Fernando Henrique Cardoso assumiu a presidência em janeiro de 1995. Sua vitória se deveu basicamente ao plano de estabilização econômica, que reduziu drasticamente a inflação, e à promessa da continuidade do plano, mediante reformas na Constituição. Estas incluíam a reforma previdenciária, a reforma tributária, bem como reformas administrativas, entre as quais a quebra da estabilidade do funcionalismo público.

Os primeiros seis meses de governo foram marcados pela aprovação da possibilidade de privatização da telefonia nacional, e pela proposta de flexibilização do monopólio da extração petrolífera, que propunha que a exploração da Petrobras fosse aliada a de outros capitais. Além disto, foi criada uma lei que permitia a injeção de capital estrangeiro em empresas nacionais.

No segundo semestre do governo de Fernando Henrique Cardoso, o Congresso começou a negar a aprovação destas propostas governamentais, que iam de encontro a interesses pessoais e políticos, passando o governo a receber pressões dos segmentos que perderiam seus benefícios. O processo de privatização de empresas estatais, outra proposta do governo Fernando Henrique, começa lento, dando seus primeiros passos com a venda da Light.

Em suas viagens ao exterior, dentre as quais para a China, a França e Estados Unidos, FHC se propõe a realizar acordos comerciais internacionais.

Nas eleições de 2002 o país elegeu um ex-operário Luís Inácio "LULA" da Silva para a presiência da república.

Principais Cidades
Entre as mais importantes cidades brasileiras estão Brasília, a capital federal, São Paulo, a mais populosa de todas as cidades, com mais de 9.900.000 habitantes, além de Rio de Janeiro, eterno cartão postal do Brasil, Salvador, Belo Horizonte, Fortaleza e Curitiba.

Político
O Brasil é uma República Federativa, dividida em 26 estados e um Distrito Federal, onde situa-se a capital nacional, Brasília. É lá que funciona a sede do governo com seus poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.

Os estados são agrupados em cinco regiões - norte, nordeste, sul, sudeste, e centro-oeste - de todas elas a região norte é a maior em extensão territorial, ocupando 45,2% da área nacional. É composta pelos estados de Rondônia, Acre, Amazonas, Roraima, Pará, Amapá e Tocantins. A região nordeste ocupa 18,3% do território, e é formada pelo Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia. O sudeste do Brasil se constitui dos estados de Minas Gerais, Espírito Santo , Rio de Janeiro, e São Paulo, ocupando um total de 10,8% de área. A menor de todas as regiões brasileiras, ocupando apenas 6,8% do território nacional, o sul brasileiro é composto pelo Paraná, Rio Grande do Sul, e Santa Catarina. Finalmente, a região centro-oeste se compõem dos estados do Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, e do Distrito Federal.

Governo
Nomes
:
   
oficial: República Federativa do Brasil
    
nome: Brasil

Símbolo:
BR

Tipo:
república federal

Capital:
Brasília

Divisões administrativas:
26 estados e 1 distrito federal

Constituição:
5 de outubro de 1988

Sistema legal:
baseado nos códigos romanos

Sistema de voto:
voluntário entre 16 e 18 anos ou com mais de 70 anos e compulsório para pessoas entre 18 e 70 anos

Executivo
:
chefe de estado e chefe de governo:
presidente Luís Inácio LULA DA SILVA (desde 1 de janeiro de 2003)

gabinete:
gabinete escolhido pelo presidente

Legislativo:
Congresso Nacional bicameral

Judiciário:
Supremo Tribunal Federal

Transporte
Ferrovias:

total:
29.700 km (IBGE 1997)

Estradas:

total:
1.658.977 km
pavimentadas:
150.836 km
não pavimentadas:
1.507.841 km (IBGE 1997)

Vias fluviais:
50.000 km navegáveis

Dutos:
óleo cru 2.980, derivados de petróleo 4.762 km, gás natural 4.246 km

Portos:
Belém, Fortaleza, Ilhéus, Imbituba, Manaus, Paranaguá, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Rio Grande, Salvador, Santos, Vitória

Marinha mercante:

total:
179 navios

Aeroportos
:
total:
3.265
pistas pavimentadas acima de 3.047 m:
5
pistas pavimentadas 2.438 a 3.047 m:
19
pistas pavimentadas 1.524 a 2.437 m:
134
pistas pavimentadas 914 a 1.523 m:
325
pistas pavimentadas menos de 914 m:
31
pistas não pavimentadas 1.524 a 2.437 m:
73
pistas não pavimentadas 914 a 1.523 m:
1.312

pistas não pavimentadas menos de 914 m:
1.366 (1998)

Comunicações
Sistema telefônico:
31,1 milhões de telefones; 16,5 milhões de celulares (Anatel 1999)

Rádio:

    
estações: AM 1.627. FM 251. Ondas curtas 114. (1998)
     aparelhos:
71 milhões (Unesco 1997)

Televisão
:

      estações:
138 (1997)
      aparelhos:
35,5 milhões (Unesco 1997)

Defesas
Divisões
: Exército, Marinha e Aeronáutica, Polícia Federal

Fator humano:
homens entre 15-49 47.230.426; homens que prestam serviço militar - 31.723.597; homens que atingem idade (18) para servir - 1.841.858 (1999) por ano

Cultura
Por suas dimensões e diversidade de imigrações, o Brasil apresenta variadas culturas cujas origens vão desde a indígena nativa à negra africana, passando pelas italiana e alemã, esta última particularmente forte no sul do país, passando pela influência portuguesa que permaneceu sobretudo na arquitetura e na culinária de muitos estados desde os tempos da colonização.

Curiosidades
O Brasil é o maior produtor de café e cana-de-açúcar do mundo.

O carnaval é o evento da cultura popular que mais se destaca no Brasil. Conhecido no mundo inteiro é famoso pelo desfile das Escolas de Samba e reúne todos os anos mais de 100.000 integrantes.

O Brasil possui o maior número de pássaros do mundo.

O Brasil é o único país tetra-campeão de futebol e o único a participar de todas as Copas do Mundo.

A segunda maior cidade do mundo é São Paulo.

A maior Floresta Tropical do mundo é a Floresta Amazônia, e o Brasil tem 70% de sua extensão em seu território.

O mercado financeiro brasileiro é um dos mais sofisticados do mundo.

A maior hidrelétrica do mundo, Itaupu Binacional se localiza no Estado do Paraná.

Gráficos

Uso da Terra


 

leg02a.gif (39 bytes)

terra arável (5%)
plantações (1%)
leg1c.gif (39 bytes) campos e pastos (22%)
leg1d.gif (39 bytes) florestas (58%)
outro (14%)

   
   

Faixa Etária


  

leg02a.gif (39 bytes) < 15 anos (30%)
leg1d.gif (39 bytes) 15 a 64 anos (64%)
leg1c.gif (39 bytes) > 65 anos (6%)

 
    

Composição Demográfica


   21,4
por mil

7
por mil

-0,03
por mil

 

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